CAPÍTULO 83
QUANDO FALTARAM RECURSOS, MAS NÃO FALTOU FÉ
“O meu Deus, segundo as suas riquezas em glória, há de suprir em Cristo Jesus cada uma de vossas necessidades.”
Filipenses 4:19
Há capítulos de uma história que podem ser escritos a partir de grandes conquistas.
E há outros que precisam ser escritos a partir daquilo que faltou.
Este é um deles.
Porque uma obra de Deus também revela sua verdadeira força quando os recursos são poucos, quando existem necessidades que parecem maiores do que aquilo que está disponível e quando, humanamente, não existe uma solução imediata.
O Capítulo 83 do índice oficial recebeu um título que carrega uma verdade profunda:
“Quando Faltaram Recursos, Mas Não Faltou Fé.”
Não é o capítulo sobre uma obra que teve tudo.
É o capítulo sobre uma obra que, muitas vezes, precisou continuar mesmo sem ter tudo.
E talvez seja justamente por isso que este capítulo seja tão importante para compreender a história.
A obra não nasceu da abundância
Ao longo desta biografia, a história foi mostrando que muitos projetos nasceram de uma necessidade.
O Projeto 3EM1 C.A.J. nasceu com o olhar voltado para crianças, adolescentes e jovens.
O trabalho com as famílias nasceu diante da necessidade de lutar pelos lares.
O Espaço da Alma surgiu diante da necessidade de cuidar de feridas que nem sempre são vistas.
O trabalho com as mulheres passou a alcançar pessoas que precisavam de acolhimento e direção.
Os discipulados foram necessários porque a multidão precisava aprender a caminhar como discípulo.
E, em todos esses movimentos, existia uma questão inevitável:
como fazer tudo isso acontecer?
Nem sempre havia abundância.
Mas havia disposição.
Havia pessoas.
Havia trabalho.
Havia oração.
E havia fé.
Quando uma necessidade se torna parte da missão
Existem necessidades que aparecem de maneira tão simples que poderiam passar despercebidas.
Uma criança precisa de um lanche.
Um espaço precisa ser organizado.
Um equipamento precisa ser adquirido.
Uma reunião precisa de estrutura.
Uma igreja precisa de cobertura.
Um projeto precisa de material.
Uma atividade precisa de alguém disposto a ajudar.
Separadamente, cada uma dessas coisas parece pequena.
Mas uma missão que trabalha continuamente com pessoas descobre que são justamente essas pequenas necessidades que sustentam grandes projetos.
Foi assim que muitos colaboradores passaram a fazer parte desta história.
Não necessariamente porque tinham grandes recursos financeiros.
Mas porque tinham algo que podiam entregar.
Quando alguém oferece aquilo que tem
A história de Aline já registrada nesta biografia é um exemplo marcante.
Ela não apenas participou das atividades do Projeto 3EM1.
Em determinado momento, diante da necessidade de oferecer água fresca e guardar os alimentos e lanches das crianças, ela ajudou com uma geladeira.
E não foi somente a doação.
Segundo o relato da Pastora Rosinete, ela também conseguiu o frete para que a geladeira chegasse.
A geladeira passou a fazer parte do projeto e continua sendo útil.
É uma história simples.
Mas é justamente aí que existe uma grande lição.
Uma pessoa não precisa ter tudo para fazer alguma coisa.
Ela precisa perguntar:
“O que eu tenho que pode servir à obra?”
O recurso pode ser material, mas a fé nunca pode ser comprada
Uma das maiores confusões que uma obra pode cometer é imaginar que recursos financeiros são a mesma coisa que provisão de Deus.
Não são.
O dinheiro pode comprar materiais.
Pode pagar um serviço.
Pode ajudar a estruturar um ambiente.
Mas dinheiro não compra chamado.
Dinheiro não compra fidelidade.
Dinheiro não compra amor pelas almas.
Dinheiro não compra disposição para servir.
Dinheiro não produz automaticamente caráter.
A missão precisou de recursos, sim.
Mas precisou muito mais de pessoas dispostas a colocar suas mãos à disposição do Senhor.
O telhado que também conta uma história
A própria história da igreja registra momentos em que havia uma necessidade estrutural muito concreta.
Segundo o relato da Pastora Rosinete, houve um período em que o local não tinha cobertura adequada.
Quando chovia, era necessário descer para um espaço menor, que comportava poucas pessoas.
O problema não era apenas estrutural.
Ele afetava diretamente a realização das reuniões.
Foi nesse contexto que Aline também ofereceu uma ajuda importante para a questão do telhado, junto com outros apoios.
A cobertura foi conseguida.
E aquilo que antes era uma dificuldade passou a ser uma estrutura capaz de proteger as pessoas.
Pode parecer apenas uma obra física.
Mas, para quem estava ali, significava muito mais.
Significava poder continuar reunindo pessoas.
O Projeto 3EM1 e as necessidades das crianças
Uma missão voltada para crianças, adolescentes e jovens naturalmente encontra necessidades específicas.
Há lanches.
Há materiais.
Há organização.
Há atividades.
Há decoração.
Há equipamentos.
Há pessoas que precisam cuidar de tudo aquilo enquanto outras estão ministrando.
É por isso que pessoas como José Inácio assumiram um papel tão importante.
Seu trabalho já foi registrado nesta biografia como alguém envolvido com gravações, vídeos curtos das reuniões, decoração dos eventos e também com o cuidado material, trazendo frutas, alimentos e outros recursos para ajudar.
Esse tipo de serviço demonstra uma verdade que precisa ficar registrada:
a obra não é sustentada somente por quem está falando diante das pessoas.
Ela também é sustentada por quem está trabalhando enquanto quase ninguém olha.
O sacrifício que não aparece
Há pessoas que não chegam dizendo:
“Eu fiz isso.”
Elas simplesmente fazem.
Chegam.
Ajudam.
Organizam.
Carregam.
Doam.
Compram.
Preparam.
Gravam.
Servem.
E vão embora.
Talvez ninguém perceba.
Mas Deus vê.
É por isso que a história dos anônimos, tratada no Capítulo 75, não pode ser separada deste capítulo.
Quando faltam recursos, aparecem pessoas.
E muitas dessas pessoas não querem reconhecimento.
Querem apenas que a missão continue.
Tia Taís e Paulo: quando o cuidado se transforma em provisão
A história de Tia Taís e Paulo também precisa ser lembrada aqui.
Ela é uma das primeiras almas que permaneceram próximas da missão.
Sua fidelidade foi demonstrada de maneiras concretas.
Há momentos em que ela chegou de madrugada levando comida para a família do Pastor Ivanildo e da Pastora Rosinete e para Ismael.
Ela e Paulo continuam cuidando e apoiando.
Paulo também participa de maneira constante no ambiente online, ajudando nas redes sociais e apoiando o Projeto 3EM1.
Existe algo profundamente bonito nisso.
A provisão nem sempre chega como uma grande quantia.
Às vezes chega em forma de alimento.
Às vezes em forma de presença.
Às vezes em forma de trabalho.
Às vezes em forma de uma palavra.
Às vezes em forma de alguém que simplesmente diz:
“Eu estou aqui.”
O servo que cuida dos interesses da obra
José Inácio também representa esse princípio.
Seu testemunho mostra alguém que assumiu responsabilidades práticas e procurou cuidar dos interesses do Projeto 3EM1.
Ele participa de diversas tarefas ao lado da Pastora Rosinete.
Grava.
Organiza.
Decora.
Ajuda.
Cuida.
Traz alimentos.
Participa das atividades.
E procura cumprir a missão recebida.
Quando faltam recursos, pessoas assim se tornam preciosas.
Não porque substituam Deus.
Mas porque colocam seus dons, seu tempo e sua disposição nas mãos de Deus.
O recurso mais precioso: pessoas
Se esta biografia pudesse colocar uma grande fotografia sobre este capítulo, talvez não fosse uma fotografia de dinheiro.
Seria uma fotografia de pessoas.
Porque a história demonstrou que a maior provisão recebida pela missão foram as pessoas que Deus colocou no caminho.
Tia Taís.
Paulo.
José Inácio.
João.
Ismael.
Aline.
E tantos outros que já foram registrados.
Cada um trouxe alguma coisa.
Alguns trouxeram trabalho.
Outros trouxeram conhecimento.
Outros trouxeram alimento.
Outros trouxeram equipamentos.
Outros trouxeram presença.
Outros trouxeram oração.
E outros simplesmente permaneceram.
Ismael aprendeu cedo que servir custa alguma coisa
A história do Obreiro Ismael também precisa ser lembrada.
Desde criança, segundo o relato da Pastora Rosinete, ele acompanhava seus pais em visitas, limpeza, reuniões e ações destinadas a ajudar a obra.
Participava de bazares.
Ajudava em vendas.
Permanecia junto nas atividades.
Não começou recebendo grandes responsabilidades.
Começou acompanhando.
Depois colaborou.
Depois foi levantado como tio no Projeto 3EM1.
Mais tarde, como obreiro.
Existe uma lição importante aqui.
A fé também é ensinada através do exemplo.
Uma criança que observa seus pais servindo aprende que a obra de Deus não é apenas aquilo que acontece durante o momento principal da reunião.
Ela também acontece antes.
Durante.
Depois.
E nos bastidores.
João: quando a fidelidade se transforma em responsabilidade
O testemunho de João mostra outra dimensão.
Ele começou próximo da missão através da amizade com Ismael.
Depois passou por mudanças, afastamento e retorno.
Quando retornou, amadureceu.
Passou a assumir responsabilidades.
Foi levantado como tio do Projeto 3EM1.
Depois avançou em sua caminhada e chegou à função de diácono.
A liderança da missão descreveu nele características como lealdade, obediência, responsabilidade e capacidade de resolver situações.
Isso também é provisão.
Porque, quando uma obra cresce, não precisa somente de dinheiro.
Precisa de pessoas confiáveis.
Quando o recurso é tempo
Existe uma moeda que não aparece nos relatórios financeiros.
É o tempo.
E talvez seja uma das mais caras.
Porque dinheiro pode voltar.
Tempo não volta.
Cada hora entregue à missão é uma parte da vida de alguém.
Por isso, quando uma pessoa passa horas ajudando uma atividade, organizando, gravando, limpando, servindo ou acompanhando uma criança, ela está entregando algo que nunca poderá recuperar.
É uma oferta silenciosa.
E Deus conhece o preço dela.
Quando a fé precisa esperar
Fé não significa acreditar que toda necessidade será resolvida imediatamente.
Fé também significa continuar confiando quando a resposta ainda não chegou.
Há momentos em que a pessoa ora e ainda não vê.
Trabalha e ainda não vê.
Planta e ainda não vê.
Continua e ainda não vê.
Mas continua.
Essa é uma das diferenças entre entusiasmo momentâneo e fé verdadeira.
O entusiasmo permanece enquanto vê resultado.
A fé permanece porque conhece aquele em quem confiou.
O Deus que provê também ensina a servir
O Deus Todo-Poderoso não é apenas aquele a quem a missão recorre quando alguma coisa falta.
Ele também é aquele que ensina seus servos a serem instrumentos de provisão.
Uma pessoa recebe algo e compartilha.
Outra possui uma habilidade e oferece.
Outra tem um equipamento e doa.
Outra pode ajudar financeiramente.
Outra oferece tempo.
Outra leva alimento.
Outra trabalha na internet.
Outra cuida de uma criança.
Outra ajuda uma família.
Assim, a provisão vai circulando dentro do propósito.
E cada pessoa aprende:
aquilo que Deus colocou em minhas mãos não precisa terminar em minhas mãos.
O Senhor Jesus Cristo no centro da provisão
Toda esta história precisa ser entendida à luz do Senhor Jesus Cristo.
Ele ensinou seus discípulos a confiarem no Pai.
E a Igreja, quando vive verdadeiramente sua missão, aprende que não existe separação entre fé e prática.
Não basta dizer que confia.
É preciso servir.
Não basta pedir provisão.
É preciso também estar disposto a ser instrumento dela.
Não basta falar de amor.
É preciso demonstrá-lo.
E essa missão encontrou muitas oportunidades de demonstrar esse amor através de pessoas.
O Espírito Santo e a direção
Também não podemos escrever esta história sem honrar o Espírito Santo.
Porque, segundo os relatos já registrados nesta biografia, diversas pessoas foram sendo conduzidas a assumir funções, ajudar em projetos e amadurecer dentro da missão.
A direção do Espírito Santo não elimina a responsabilidade humana.
Pelo contrário.
Ela chama pessoas para agir.
Foi assim que muitos chegaram.
Foi assim que alguns permaneceram.
Foi assim que outros amadureceram.
E é assim que a obra continua.
A liderança também precisou confiar
O Pastor Ivanildo Melo Regis e a Pastora Rosinete Lima Regis não lideraram uma obra construída somente com abundância.
Eles precisaram tomar decisões.
Organizar pessoas.
Enfrentar necessidades.
Cuidar de projetos.
Preparar novas frentes.
E continuar olhando para aquilo que Deus estava colocando diante deles.
A liderança também aprende a confiar.
E confiança em Deus não significa ignorar a realidade.
Significa olhar para a realidade sem permitir que ela seja maior do que Deus.
Quando a necessidade revela o coração
Talvez um dos maiores ensinamentos deste capítulo seja este:
a escassez revela pessoas.
Quando existe muito, é fácil ajudar.
Quando existe pouco, a pergunta muda.
Quem continuará?
Quem dividirá?
Quem oferecerá o pouco que tem?
Quem ajudará sem saber se receberá alguma coisa em troca?
Quem permanecerá?
É nesses momentos que a fidelidade deixa de ser discurso.
Ela ganha forma.
Não faltou fé
O título deste capítulo não diz:
“Quando faltaram recursos e tudo deu errado.”
Ele diz:
“Quando faltaram recursos, mas não faltou fé.”
Existe uma diferença enorme.
A falta de um recurso não significa a ausência de Deus.
Uma porta fechada não significa que Deus abandonou.
Uma dificuldade financeira não significa que a missão perdeu seu propósito.
Uma limitação estrutural não significa que a visão terminou.
Às vezes, a escassez simplesmente obriga uma geração a descobrir formas novas de servir.
A provisão também veio através de pessoas simples
Esta biografia já demonstrou que grandes capítulos foram escritos por pessoas que talvez nunca imaginassem aparecer em um livro.
A pessoa que trouxe um alimento.
A pessoa que comprou alguma coisa.
A pessoa que emprestou um equipamento.
A pessoa que ajudou com uma construção.
A pessoa que levou alguém.
A pessoa que ficou até o final.
A pessoa que chegou cedo.
A pessoa que limpou.
A pessoa que organizou.
A pessoa que orou.
A pessoa que compartilhou.
Tudo isso faz parte da provisão.
A riqueza que o dinheiro não mede
Se alguém perguntasse:
“Quanto vale essa missão?”
Não seria possível responder apenas com números.
Como calcular o valor de uma criança que foi alcançada?
Como calcular o valor de um jovem que encontrou direção?
Como calcular o valor de uma família que recebeu cuidado?
Como calcular o valor de uma mulher que encontrou esperança?
Como calcular o valor de uma pessoa que voltou a acreditar?
Existem coisas que dinheiro não consegue medir.
E talvez essa seja uma das maiores riquezas desta história.
O pouco colocado nas mãos de Deus
Existe uma verdade bíblica que atravessa toda esta narrativa:
Deus pode utilizar aquilo que parece pequeno.
O problema nunca foi simplesmente o tamanho do recurso.
A pergunta sempre foi:
o que estamos fazendo com aquilo que temos?
Uma pequena ajuda pode resolver uma grande necessidade.
Uma pessoa pode mudar a estrutura de um projeto.
Uma palavra pode sustentar alguém.
Uma oração pode fortalecer uma família.
Um alimento pode alimentar uma criança.
Uma câmera pode registrar uma história.
Uma rede social pode levar uma mensagem para alguém distante.
Um voluntário pode fazer aquilo que parecia impossível.
O milagre nem sempre parece um milagre
Talvez esta seja uma das partes mais bonitas desta história.
Às vezes esperamos que Deus faça alguma coisa extraordinária para reconhecer sua mão.
Mas a provisão pode chegar através de algo aparentemente comum.
Uma pessoa aparece.
Alguém oferece ajuda.
Uma porta se abre.
Um equipamento chega.
Um alimento é entregue.
Uma necessidade encontra solução.
E, quando olhamos cuidadosamente, percebemos:
Deus estava trabalhando através de pessoas.
A fé não substitui o trabalho
Existe também uma lição importante para as próximas gerações.
Ter fé não significa ficar parado.
A fé verdadeira produz movimento.
Ora-se.
Mas trabalha-se.
Confia-se.
Mas organiza-se.
Espera-se em Deus.
Mas continua-se servindo.
Pede-se provisão.
Mas também se cuida daquilo que já foi colocado nas mãos.
Foi assim que esta missão aprendeu a caminhar.
O legado daqueles que deram
Talvez algumas pessoas que ajudaram financeiramente ou materialmente nunca saibam quanto aquilo significou.
Talvez alguém tenha entregue uma pequena coisa pensando que era pouco.
Mas aquele pouco pode ter sido exatamente o necessário naquele momento.
Por isso, esta biografia registra:
nenhuma contribuição feita com amor deve ser considerada pequena diante de Deus.
E quando realmente não havia?
Aí aparece a parte mais profunda da fé.
Quando não havia solução visível.
Quando não havia recurso suficiente.
Quando a necessidade permanecia.
Quando a resposta ainda não havia chegado.
Era necessário continuar olhando para Deus.
Não porque a missão tivesse certeza sobre todos os detalhes do futuro.
Mas porque tinha certeza sobre quem estava conduzindo a caminhada.
Uma obra sustentada por graça
Ao olhar para todos esses capítulos, existe uma conclusão inevitável.
A missão não chegou até aqui simplesmente porque tinha recursos.
Chegou porque houve graça.
Graça para começar.
Graça para continuar.
Graça para encontrar pessoas.
Graça para superar limitações.
Graça para levantar novos servos.
Graça para abrir novas frentes.
Graça para permanecer.
Ao Pastor Ivanildo e à Pastora Rosinete
Neste capítulo, é justo reconhecer novamente o Pastor Ivanildo Melo Regis e a Pastora Rosinete Lima Regis.
Eles estão no centro da liderança desta caminhada não como proprietários da obra, mas como servos responsáveis por conduzi-la.
A história mostra que eles aprenderam a trabalhar com aquilo que existia.
E, quando faltava alguma coisa, continuavam procurando uma maneira de avançar sem abandonar o propósito.
Essa perseverança também faz parte da história.
E acima de todos, Deus
Mas nenhuma homenagem às pessoas pode ocupar o lugar que pertence ao Senhor.
O Pastor Ivanildo é servo.
A Pastora Rosinete é serva.
Tia Taís é serva.
Paulo é servo.
Inácio é servo.
João é servo.
Ismael é servo.
Aline é serva.
Todos os demais são servos.
O Senhor é o dono da obra.
Ao Pai pertence a glória.
Ao Senhor Jesus Cristo pertence a honra.
Ao Espírito Santo pertence o reconhecimento por sua direção e capacitação.
E tudo aquilo que foi realizado deve apontar novamente para Deus.
“E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda suficiência, abundeis em toda boa obra.”
2 Coríntios 9:8
Quando faltaram recursos, a fé permaneceu
Talvez um dia alguém leia este capítulo sem conhecer todas as dificuldades que existiram.
Talvez olhe apenas para os projetos prontos.
Para as fotografias.
Para os vídeos.
Para as pessoas.
Para os espaços.
Para as atividades.
Mas esta página deixará registrada uma verdade que não pode ser esquecida:
antes de existir estrutura, existiu fé.
Antes de existirem equipamentos, existiram pessoas dispostas.
Antes de haver recursos suficientes, existiu oração.
Antes de haver respostas, existiu confiança.
E, quando faltaram recursos, Deus levantou pessoas.
Quando faltou estrutura, Deus abriu caminhos.
Quando faltou alguma coisa, alguém apareceu com aquilo que podia oferecer.
E quando ninguém sabia exatamente como seria o amanhã, a missão continuou.
Porque a obra nunca dependeu somente daquilo que estava nas mãos dos homens.
Ela sempre esteve nas mãos de Deus.
E é por isso que este capítulo precisa permanecer na memória desta história:
os recursos poderiam faltar.
As forças poderiam diminuir.
As circunstâncias poderiam mudar.
Mas a fé não podia faltar.
E, pela graça de Deus, a caminhada continuou.
Ao Deus Todo-Poderoso, ao Senhor Jesus Cristo e ao Espírito Santo, toda honra, toda glória e todo louvor.

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