CAPÍTULO 73 — IASMIN, TALITA, EMILE E DIRLENE: NOVAS MÃOS NA OBRA
“Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.”
1 Coríntios 3:9
Na caminhada da obra de Deus, chega um momento em que aquilo que começou com poucas pessoas começa a receber novas mãos para servir.
A expansão da missão não aconteceu somente através do nascimento de novos projetos. Ela também aconteceu quando Deus foi colocando pessoas no caminho, permitindo que novas vidas conhecessem a obra e encontrassem nela uma oportunidade de servir.
É dentro dessa perspectiva que este capítulo registra Iasmin, Talita, Emile e Dirlene.
Seus nomes aparecem na história desta missão como parte das novas mãos que começaram a se aproximar da obra.
Não é apenas uma questão de quantidade de pessoas. É a percepção de que uma obra que continua avançando também passa a envolver novas vidas em sua caminhada.
QUANDO NOVAS PESSOAS COMEÇAM A CHEGAR
Uma missão que cresce precisa aprender a receber pessoas.
Ao longo da história registrada neste Livro 4, vemos que o trabalho foi passando por diferentes fases. Projetos foram surgindo, novas frentes foram sendo abertas e, consequentemente, novas pessoas começaram a participar.
Iasmin, Talita, Emile e Dirlene estão inseridas nesse movimento.
Seus nomes foram preservados nesta biografia porque fazem parte da história das pessoas que Deus colocou no caminho da missão.
A Bíblia nos lembra:
“Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.”
Efésios 2:10
Esse versículo ajuda a compreender que servir não é apenas ocupar um espaço dentro de uma estrutura. Existe uma dimensão espiritual na disposição de colocar a própria vida à disposição de Deus.
Cada pessoa possui sua história, sua caminhada e sua maneira de participar.
NOVAS MÃOS, UMA MESMA OBRA
A obra pode ter muitas frentes, mas continua sendo uma só.
Existem crianças.
Existem adolescentes.
Existem jovens.
Existem mulheres.
Existem homens.
Existem famílias.
Existem pessoas que trabalham presencialmente e outras que ajudam através das diferentes ferramentas da missão.
A diversidade das funções não muda o propósito central:
Servir a Deus e cooperar para que vidas sejam alcançadas.
A Palavra de Deus apresenta justamente essa diversidade dentro do serviço:
“Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.”
1 Coríntios 12:4-6
Assim, novas mãos não significam necessariamente que todos farão a mesma coisa.
Significam que diferentes pessoas podem participar da mesma obra de maneiras diferentes.
Foi dentro dessa caminhada que novas pessoas passaram a fazer parte da história.
UMA OBRA QUE NÃO PARA DE CRESCER
O crescimento de uma missão não deve ser medido somente pelo tamanho de um projeto.
Também pode ser percebido pelo número de pessoas que começam a compreender que elas próprias podem fazer parte daquilo que Deus está construindo.
Quando uma nova pessoa coloca suas mãos à disposição, uma nova etapa começa.
Iasmin, Talita, Emile e Dirlene representam justamente essa dimensão da história.
Elas aparecem neste livro como parte da geração de pessoas que começaram a se aproximar da obra e a ocupar seu espaço dentro dessa caminhada.
A Bíblia ensina que o corpo possui muitos membros, mas continua sendo um só:
“Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo.”
Romanos 12:4-5
Essa verdade reforça uma das grandes lições deste capítulo: cada pessoa pode ter uma participação diferente, sem deixar de fazer parte da mesma caminhada.
O PASTOR IVANILDO E A PASTORA ROSINETE
Essa expansão também está ligada à liderança do Pastor Ivanildo Melo Regis e da Pastora Rosinete Lima Regis.
Ao longo desta biografia, a liderança dos pastores aparece como parte fundamental da organização e do desenvolvimento das diferentes frentes da missão.
Mas uma liderança não trabalha sozinha.
Deus coloca pessoas no caminho.
Pessoas que chegam.
Pessoas que permanecem.
Pessoas que aprendem.
Pessoas que ajudam.
E pessoas que, em determinado momento, passam a carregar também uma parte da responsabilidade da obra.
É assim que uma missão deixa de depender de poucas mãos e passa a contar com uma equipe cada vez maior.
Entretanto, a própria Palavra estabelece um fundamento importante:
“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam.”
Salmos 127:1
Por isso, reconhecer novas pessoas na história não significa colocar a confiança exclusivamente na capacidade humana.
Significa reconhecer que pessoas podem servir, enquanto Deus permanece como aquele que conduz e sustenta a obra.
DEUS PAI, O SENHOR JESUS CRISTO E O ESPÍRITO SANTO
Toda essa história precisa permanecer ligada àquilo que está no centro da missão.
Deus Pai é o Senhor da obra.
O Senhor Jesus Cristo é o centro do Evangelho que anunciamos.
E o Espírito Santo é aquele que dirige e conduz aqueles que se colocam à disposição para servir.
Por isso, novas pessoas chegando não são apenas uma questão de organização humana.
Para esta missão, existe também uma dimensão espiritual: reconhecer que Deus pode levantar pessoas para diferentes momentos e diferentes necessidades.
A obra pertence ao Senhor, e aqueles que servem são chamados a fazê-lo com dedicação e sinceridade.
Como está escrito:
“E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens.”
Colossenses 3:23
Esse princípio dá profundidade ao significado de servir.
Não se trata simplesmente de aparecer.
Não se trata somente de participar.
Trata-se de compreender que, quando alguém coloca suas mãos na obra, o verdadeiro destinatário do serviço é o Senhor.
O VALOR DE CADA PESSOA
Uma das lições que esta parte da biografia deixa é que ninguém deve pensar que sua contribuição é pequena demais.
Uma mão pode ajudar.
Uma palavra pode alcançar.
Uma presença pode fortalecer.
Uma disposição pode fazer diferença.
Uma pessoa que começa ajudando em uma pequena tarefa pode, com o tempo, descobrir outras formas de servir.
É assim que uma história ministerial vai sendo construída.
Não apenas através dos grandes acontecimentos, mas através da disposição diária de pessoas que dizem, de diferentes maneiras:
“Eu também quero servir.”
A Bíblia também nos ensina:
“Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.”
Romanos 12:5
Essa verdade mostra que ninguém precisa ser comparado com outra pessoa para possuir valor dentro da obra.
Cada pessoa tem sua história.
Cada pessoa possui sua caminhada.
Cada pessoa pode contribuir de acordo com aquilo que Deus permite e direciona.
IASMIN, TALITA, EMILE E DIRLENE NA MEMÓRIA DA MISSÃO
Por isso, os nomes de Iasmin, Talita, Emile e Dirlene ficam registrados neste Livro 4.
Elas fazem parte da história das novas mãos que chegaram à obra.
Seus nomes permanecem associados a um período em que a missão continuava avançando, novos projetos estavam sendo desenvolvidos e novas pessoas começavam a encontrar seu lugar dentro da caminhada.
Este capítulo não pretende atribuir a elas acontecimentos, funções ou experiências que não estejam documentados.
A história oficial precisa respeitar os fatos.
E aquilo que já está registrado é suficiente para reconhecer que elas fazem parte das pessoas que Deus colocou no caminho da missão.
Esse cuidado é importante porque uma biografia verdadeira não precisa inventar para tornar uma história importante.
Ela precisa preservar aquilo que realmente aconteceu.
E registrar o nome de uma pessoa dentro da história já significa reconhecer que, em determinado momento da caminhada, sua presença passou a fazer parte daquele capítulo da missão.
UMA HISTÓRIA QUE AINDA ESTÁ SENDO ESCRITA
A beleza de uma biografia histórica é que ela registra o passado sem impedir que o futuro continue sendo escrito.
Iasmin, Talita, Emile e Dirlene fazem parte de uma história que não termina nesta página.
A missão continua.
Novas pessoas ainda poderão chegar.
Novas responsabilidades poderão surgir.
Novos projetos poderão nascer.
E novas mãos poderão se juntar às mãos daqueles que já estão servindo.
O que permanecerá como fundamento será o mesmo:
Deus Pai, o Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo.
A história da obra não é uma história encerrada.
É uma caminhada que continua sendo construída ao longo do tempo, com pessoas diferentes, momentos diferentes e novas etapas.
E cada nova etapa precisa permanecer submetida à direção de Deus.
O REGISTRO
Neste Livro 4 — A Expansão da Obra de Deus, os nomes de Iasmin, Talita, Emile e Dirlene ficam registrados entre aqueles que fizeram parte dessa fase de crescimento.
Elas representam novas mãos na obra.
E uma obra que recebe novas mãos demonstra que sua história continua avançando.
Que Deus Pai continue conduzindo cada uma delas.
Que o Senhor Jesus Cristo seja sempre o centro de suas vidas.
E que o Espírito Santo continue direcionando seus passos e mostrando onde e como servir.
Como fundamento para tudo aquilo que ainda será escrito, permanece a palavra de Jesus:
“Nisto é glorificado meu Pai: que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.”
João 15:8
Porque a obra continua.
Novas pessoas podem chegar.
Novas mãos podem servir.
Novas histórias podem nascer.
Mas o fundamento permanece:
Deus é o Senhor da obra, Jesus Cristo é o centro da missão e o Espírito Santo é quem conduz a caminhada.
E cada pessoa que Deus coloca no caminho pode fazer parte daquilo que Ele está construindo.

0 Comentários